Dias tão assim....
Não mais do que precisava, um cigarro em uma mão e um baygon na outra. Inflamável jeito de olhar para as coisas. Dramática veia aorta, gasta de tanto fluir, de mandar recados entre células. Sintaxe de relação que bombeia um coração só. Sozinha com uma cesta de duvidas pra levar pro lobo que mora ai dentro de favor. Alma alberguera, ocupada por estranhos. Estranhas caras, estranhas questões, estranha solidão de mim. Lança perfume de matar baratas. Um gole seco de spray em uma tragada inflamavél
Escrito por Paula Cohen às 10h24
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