Antes da cena
Vou comer brilhantes para ver se quebro um dente Prometo não te mastigar tanto Deixa olhar Mordita bendita cicatriz Desperto na consequência dos atos Protagonista do acaso Relatos do estado de uma vida singular Sozinho eu poderia estar se não teus olhos me dissessem tanto Se não tivesse que engolir Pranto Santo Sacrifício Ofício é de papel timbrado Meu labirinto zoado não entendeu Agora silêncio Silêncio sagrado de camarim Quando isso é possível Tempo atento de entrar na cena Palavras talhadas na memória Outra boca é a que fala Eu já fui ela Acredite Eu já fui....
Escrito por Paula Cohen às 14h53
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