Blá
Poesia para tudo. Para a palavra mais banal. Para o bem. Para o mal que me fez te perder. Mesmo de longe meu amor se manifesta. Bandido não presta. O rombo da falha trágica. Te querer assim. Não tem fim ... o amor. Quem inventou você? Alguém reconhece esse fruto como de seu ventre? Diabo, serpente. Qual é o antidoto para a tua lambida?
Escrito por Paula Cohen às 21h41
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