Em prece
Trepar e pular, assim ficam iguais. Ou nascer e morrer tão lindo quanto, tão cruel quanto. Por isso a memória nos poupa ou poda ou recorda o prazer ou dor. O que incomoda é culpa não serve, sirva-a de entrada com uma maça na boca. Banquete. Bacante caçada Diaba em conserva O limbo da guerra é o ideal. Qual ponto de vista? Qual? Que dor é maior? Quem chora mais? Sais para a minha ferida. Não sou o meu algoz mas as vezes a voz embarga quando me ponho em ciladas para me provar. O que? Não essa pele creme. Entranhas ao molho branco em banho maria. Ave! Mainha peço proteção. Meu corpinho e o espiritizinho que o habita. Salve venta grita ............................... canta para subir....................................
Escrito por Paula Cohen às 03h39
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